COIMBRA EM ÊXTASE A APOIAR A BRIOSA NA SUBIDA
A-CA-DÉ-MI-CA
COIMBRA EM ÊXTASE A APOIAR A BRIOSA
NA SUBIDA
Em poucas semanas cresceu,
exponencialmente, o número de adeptos que está a apoiar a equipa principal de
futebol da ACADÉMICA/OAF. É um apoio que se estende à cidade e ao país. Uma
onda revigorante envolve a BRIOSA com o desejo, quase um pedido expresso aos
jogadores, que se transfigurem, e consigam ganhar já neste sábado em Mafra
contra a equipa local para assegurarem a subida à Liga 2. Coimbra e a Universidade vão ganhar com a
carreira da Académica. O Estádio Cidade de Coimbra aglutinou no último domingo
mais de doze mil espetadores. Mais: muita juventude nas bancadas e entusiasmo a
rodos com a MANCHA NEGRA desfraldando negras bandeiras e envergando camisolas
da BRIOSA dando mais vida às suas coreografias. Várias crianças e jovens da
formação desceram à pista de tartan e mesmo à relva; e os conceituados
componentes do prestigiadíssimo CORO DOS ANTIGOS ORFEONISTAS DA UNIVERSIDADE DE
COIMBRA, envoltos nas capas negras, proporcionaram um momento de quase êxtase
recebendo a entrada da equipa cantando a BALADA DE COIMBRA. É mágico o momento que se está a viver,
digamos que há uma quase transcendência de adeptos, sócios e simpatizantes que
reconhecem o FUTEBOL DA ACADÉMICA como uma CAUSA. E essa transcendência terá de
contagiar o treinador, jogadores e dirigentes. Entro no Facebook e, apenas como
exemplo, dentre vários textos, retiro o do jornalista Miguel Correia evocando o
seu saudoso pai, SEVERIANO CORREIA, que foi treinador da Académica de 1942 a
1944 e ficou encantado com o espírito de Coimbra e da Briosa. Outro recorte,
com a vénia devida, e também do Facebook, Fernando Pompeu envia uma mensagem
aos atletas da BRIOSA que começa por um apelo: JOGUEM POR UMA CAUSA. E lembra:
Vestir a nossa camisola é (…) uma oportunidade para cada um de vós, de
representar uma causa, um ideal, uma cultura um modus vivendi, uma
especial idiossincrasia que só a Lusa Atenas e a sua Academia apresentam. (…)
em cada passe estarão presentes mais de sete séculos da história do
conhecimento” (…) em cada lance (…) os acordes das guitarras do Hilário e do
Paredes e ressoarão, tonitruantes, as inigualáveis vozes do Menano, do Goes, do
Zeca e do Adriano cantando Alegre. E, recordemos, Manuel Alegre já poetou a
BRIOSA, Adriano Correia de Oliveira envergou a camisola da Académica jogando
voleibol e Zeca Afonso também jogou futebol pela Académica, pelos juniores.
Está tudo ligado no binómio CULTURA e FUTEBOL baseado em COIMBRA DO
CONHECIMENTO, da JUVENTUDE e do PROGRESSO. Esta ONDA DE VITÓRIA está a puxar
por Coimbra e pela sua Universidade. Foram dez mil, quinze mil, depois doze mil
– os que estiveram recentemente no Estádio, – mas vamos ser CENTO E CINQUENTA
MIL em breve, e apenas em Coimbra, a saudarem a subida da Académica, pois, por
esse país fora os adeptos da Briosa são milhares e milhares já que a Académica
continuará a ser o quarto clube português que mais ajuda a encher os estádios.
Têm razão os que dizem: A Académica faz falta na Primeira Divisão. E Coimbra
com o despertar da Académica está pujante.
SC
inserido no jornal O Despertar de 8 maio de 2026
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