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PUXAR PELA BRIOSA

  PUXAR PELA BRIOSA   Não há duas (crónicas) sem três (crónicas) e eis a terceira pequena crónica com um desejo grande de a BRIOSA conseguir vencer os três jogos que tem pela frente até ao final desta série de Apuramento de Campeão e de Subida na Liga 3. Muitos jovens, e a cidade de Coimbra atravessando todas as idades, têm dado um excelente apoio à ACADÉMICA/OAF nos jogos em casa e fora. Infelizmente, neste último fim de semana, o empate em Santarém pode ter beliscado um caudal de entusiasmo que observamos sempre em crescendo. Desejamos, ardentemente, que ninguém tenha desistido desse apoio indispensável para colocar a BRIOSA na Liga 2. Coimbra e a Universidade têm a ganhar com a subida da Académica. E, já agora, também será giro ver os estudantes nas bancadas com a suas capas e batinas. Além das bandeiras, dos cachecóis, dos cânticos, das coreografias. FORÇA, BRIOSA, e BRIOSOS JOGADORES E ADEPTOS.  

REGIONALIZAÇÃO

    REGIONALIZAÇÃO   ANA ABRUNHOSA, em meu entender, tem razão pois falta fazer a REGIONALIZAÇÃO que está consagrada na nossa Constituição. Disse-o na sessão dos 52 anos do 25 de Abril. Os dois principais partidos ao longo dos últimos anos, PS e PSD, parece terem algum receio da Regionalização e muitos portugueses talvez fizessem bem em procurar conhecer as vantagens e o progresso existente em países que apostaram na Regionalização. Estamos, entretanto, a assistir a uma Descentralização. No início desta nova fase fiquei com a ideia que descentralizavam as competências para as autarquias, mas não eram enviadas as verbas necessárias e compatíveis com os diversos graus de descentralização e efetivas responsabilidades. O nosso país continua a queixar-se da assimetria entre o litoral e o interior e quem mais sofre são as populações que estão nesse interior, nesse Portugal Profundo. É conhecida a tradição municipalista de Portugal que não irá colidir com a Regionalização....

MAIAS EM TAVEIRO

  MAIAS EM TAVEIRO   DIA DO TRABALHADOR e DIA DA FESTA DAS MAIAS este primeiro dia de maio.  Surge a primavera.  Nas portas e janelas era hábito pendurar giestas, resplandecentes na sua harmoniosa e sedutora cor amarela, representando a vida, a fertilidade e o chegar da primavera. Embora com alguma influência céltica, as Maias ou Giestas ainda se assumem como forte tradição em várias regiões de Portugal. Ao que dizem, servem para espantar o mau-olhado e atrair a abundância.    Pelo concelho de Coimbra, um destaque e uma saudação forte e muito amiga para a União de freguesias de Taveiro, Ameal e Arzila porque estão a realizar um concurso de PORTAS FLORIDAS. Parabéns por manterem cultura e tradição.  Deixem-me confidenciar que cheguei a fazer reportagem radiofónica das Maias, em Taveiro, e já passaram vários anos.

O LIVRO E O AUTOR "CAJADO DE ZAMBUJEIRO, OLIVEIRA BRAVA" de José António Guardado Carvalho

  O LIVRO E O AUTOR CAJADO DE ZAMBUJEIRO,OLIVEIRA BRAVA de José António Guardado Carvalho Comemorou-se, ontem, 23 abril de 2026, o DIA MUNDIAL DO LIVRO e do DIREITO DE AUTOR. Por coincidência acabo de receber um livro muito interessante, autobiográfico no meu entender, do enfermeiro JOSÉ ANTÓNIO GUARDADO CARVALHO. Veio também convidar-me para moderar a apresentação desta sua obra o que irei fazer com todo o prazer. Intitulado CAJADO DE ZAMBUJEIRO, OLIVEIRA BRAVA , este livro leva-nos a factos de vida e também a pessoas e episódios nossos conhecidos pela região. E, obviamente, temos autorretratos do autor. A fase da infância surpreende-me em crua e pungente realidade. Não sabia que a mãe “estava a chamar-me para uma vida de tarefas antes da idade, de dores antes do entendimento. Cresci a lavar chão, a virar a terra, a cozinhar com mãos pequenas e fome de carinho. Fui vítima de violência doméstica num tempo em que isso não tinha nome. Era apenas educação” (…) e doeu durante década...

CATORZE MIL ACADÉMICOS PUXAM PELA BRIOSA

  CATORZE MIL ACADÉMICOS PUXAM PELA BRIOSA   CATORZE MIL ACADÉMICOS encheram o Estádio Cidade de Coimbra no último domingo.   Importa agradecer à equipa da Académica/OAF a boa prestação que teve conseguindo uma vitória conquistada com MÉRITO E ENTREGA DOS SEUS JOGADORES. Os adeptos, sempre em número crescente no estádio, apoiam, quase em delírio, e estão a demonstrar que Coimbra acredita nas causas e na importância do futebol como veículo de identidade e também de promoção, neste caso uma promoção da cidade, mas também da sua Universidade. Continuamos a desejar que os jogadores mantenham o empenho já demonstrado entrando no ritmo das vitórias que são indispensáveis para alcançar o grande objetivo da subida. Mais de mil adeptos da Briosa estarão a apoiar a equipa nesta sua deslocação, neste domingo de manhã, a Santarém, para o jogo entre o clube local e a Académica. É Coimbra, mas são muitos adeptos espalhados pelo país que pedem mais uma vitória: força BRIOSA.

ACADÉMICA: É PRECISO GANHAR PARA SUBIR

  ACADÉMICA: É PRECISO GANHAR PARA SUBIR Continua a subir o número de espetadores que vão assistir aos jogos e apoiar a ACADÉMICA/OAF. São recordes de assistência. Onze mil espetadores (10.967) estiveram no passado domingo no Estádio Cidade de Coimbra a puxarem pela BRIOSA. Demonstraram o quanto desejam que a Académica suba de divisão. Repito-me, ao escrever reafirmando, a importância que o futebol assume nos dias de hoje com milhares de pessoas a torcerem pelos seus clubes. Projetam as suas cidades. A Académica projeta Coimbra e a Universidade e agrega o apoio de milhares de estudantes, atuais e antigos, ao longo do país, e não só os que estão na cidade. Porém, os que estão em Coimbra ou pela região vão ao estádio apoiar e fazem-no em clima de festa com coreografias giras e num ambiente de notável amizade: um ambiente verdadeiramente académico. No entanto, a festa só existe com vitórias. Pelo que tenho visto a Briosa é, no meu entender, uma das melhores equipas nesta série de pr...

PEÇO A PALAVRA

    PEÇO A PALAVRA 17 de abril de 1969. O "PEÇO A PALAVRA" de Alberto Martins, no edifício das Matemáticas, na época presidente da Direção Geral da Associação Académica de Coimbra, e perante figuras do regime de então com o presidente da República Américo Tomás a presidir, foi o gatilho para a CRISE ACADÉMICA e esta um pilar para a conquista da democracia no nosso país. A data terá de ser sempre festejada. Passam hoje 57 anos. É preciso evitar a desmemória.