NA EREIRA DO POETA AFONSO DUARTE E NO PARQUE VERDE DO MONDEGO
ENCANTOS DE VERÃO NA EREIRA DO POETA AFONSO DUARTE E NO PARQUE VERDE DO MONDEGO É invulgar estar numa praia às cinco da tarde a escutar os sinos da Igreja a anunciarem a hora ao som da Avé Maria, do Treze de maio. Evoquei de imediato AFONSO DUARTE no seu poetar: “Por teu ventre começa a minha vida, Por teus olhos a estrela que me guia. Amor, que Deus te salve! – Avé Maria Cheia de Graça ó Bem-Aparecida”. Aconteceu no ESTEIRO DA EREIRA – PRAIA FLUVIAL, na freguesia da Ereira, no concelho de Montemor-o-Velho. É um braço de água doce a ser abastecido pelo caudal de rega do Mondego. Ainda há poucos meses a Ereira era circundada por água em excesso (também a designam ILHA DA EREIRA) devido às cheias e reclamando a presença dos fuzileiros para transportarem de barco a população para os seus afazeres. Estas recentes cheias, de má memória, talvez tenham contribuído para fertilizar os campos dos arrozais os quais agora explodem numa forte, encantadora e expressiva tona...