AFONSO DUARTE E A ILHA DA EREIRA. Povo da EREIRA exemplo de dinamismo, simpatia e sã convivência

 

A ILHA DA EREIRA e o poeta AFONSO DUARTE


POVO DA EREIRA: exemplo de dinamismo, simpatia e sã 

convivência



Nestas últimas cheias do Baixo Mondego, nas reportagens de vários média, terão faltado referências para comparação com o passado. Seja na baixa de Coimbra, na rua José Galvão ou na Praça do Município de Montemor-o-Velho ou na freguesia da Ereira, as inundações não eram novidade, eram rotinas de inverno.  A regularização do Rio Mondego, iniciada a meio dos anos 70 do século passado, quase ajudou a esquecer este problema antiquíssimo. Afonso Duarte, poeta e professor, natural da Ereira, tem na sua obra referências à ILHA DA EREIRA. Afonso Duarte nasceu a 1 de janeiro de 1884 e faleceu em Verride a 5 de março de 1958, ou seja, completaram-se há poucos dias os 68 anos da sua morte. A sua obra poética continua viva, a EREIRA voltou a ser ILHA face às recentes cheias e os seus habitantes um extraordinário exemplo de dinamismo, simpatia e sã convivência.

E recordemos Afonso Duarte na sua poética:

"Ilha da Ereira, ó Guernesey dorida,

Onde me exilo a este sol de inverno,

Que irá no meu país, que irá na vida?"

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