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A mostrar mensagens de junho, 2025

MARCHAS POPULARES: VISTOSAS E GRACIOSAS

  MARCHAS POPULARES:    VISTOSAS  E GRACIOSAS Gostei de ver, de um modo geral através de vídeos, muitas Marchas Populares, em diversos pontos do país e, com maior incidência, gostei do que vi na nossa região. Não pretendo formular comentários em relação a aspetos técnicos, temáticos, organizativos, coreográficos e musicais. O que me despertou a atenção foi, e continua a ser, a apreciável quantidade de marchas populares e marchantes de todas as idades e algumas fazendo apelo à inclusão. É uma prova irrefutável de que existe associativismo, bairrismo e uma socialização fazendo apelo a aspetos tradicionais e históricos, muitas vezes numa fusão entre o urbano e o rural numa espécie de folclorização em idealizadas marcações. Uma marcha não se constrói numa semana, algumas prolongam-se embrionariamente pelo ano inteiro e reclamam a contribuição também de muitas pessoas da comunidade que ficam nos bastidores. As costureiras, por exemplo, não aparecem em plano de destaque, p...

AONDE ANDAM OS PIRILAMPOS?

  AONDE ANDAM OS PIRILAMPOS? Terminou, no início deste mês de junho (2025) a Campanha do PIRILAMPO MÁGICO. Durante quase trinta dias foi realizada a venda do simpático boneco cujas receitas são destinadas, de um modo geral, às CERCI´S – cooperativas de solidariedade social aglutinadas na federação FENACERCI cuja missão, em traços gerais, é promover os direitos de cerca de 25.000 pessoas com diversas deficiências as quais apoiam. A Campanha do PIRILAMPO MÁGICO, ao longo dos tempos, tem permitido sensibilizar os portugueses para a problemática da deficiência, a necessária integração dos deficientes e obtenção de fundos para ações de apoio. O PIRILAMPO MÁGICO começou na rádio ANTENA 1 na sequência de uma entrevista que abordou as dificuldades da Cerci de Lisboa, o que, aliás, se replicava pelas Cercis do país. O locutor José Manuel Nunes, na ocasião diretor de programas, sensibilizado com o grave problema destas instituições, preconizou a campanha de apoio às CERCIS, lançando de acord...

OH MEU DEUS, ESTAS POLACAS SÃO UM ESPETÁCULO!

  OH MEU DEUS, ESTAS POLACAS SÃO UM ESPETÁCULO!   Neste tempo de Santos Populares fui à Festa da Sardinha, na Figueira, e encontrei, perto do recinto, duas polacas a dançarem e a cantarem música portuguesa acompanhadas dum pequeno instrumento de cordas. E o que cantava a principal solista? Cantava ANTÓNIO VARIAÇÕES, porque, como confessaram, são fidelíssimas admiradoras do falecido cantor-cabeleireiro-barbeiro que se fosse vivo teria comemorado os seus 80 anos. Entrámos na dança e quisemos saber o que levava estas polacas a estarem por cá e a fazerem tal festa. Erasmus? Não. Já não temos idade para isso e temos as nossas profissões: uma ligada à hematologia e a outra dedicada à cultura e à música, mas a condoer-se com dores nas pernas: Dói-me tudo! – explicou a Sylvia que tinha feito a maratona dos 100 quilómetros na Zona da Serra da Estrela, pois participou no OH MEU DEUS – ULTRA TRAIL CENTRO DE PORTUGAL! Dias 6,7 e 8 de junho, uma viagem puxada (puxadíssima, certo?) pe...

HERÓIS-PRESIDENTES DA BRIOSA

  HERÓIS-PRESIDENTES DA BRIOSA   Antes de falecer, e na ocasião internado nos Hospitais da Universidade de Coimbra, o médico JOÃO MORENO concedeu-me uma entrevista que veio a ser publicada no jornal A BOLA. Não foi uma troca de pontos de vista, nem podia ser; nem um registo sintético de opiniões. FOI UMA ENTREVISTA TESTAMENTO de quem mais anos esteve a presidir aos destinos do FUTEBOL DA ACADÉMICA e a viveu, intensamente, desde os tempos de jovem estudante até ao prestigiado médico e dirigente hospitalar que foi. Provavelmente, vou pedir à nossa dinâmica Diretora Lina Vinhal que nos autorize a apresentar, mais para a frente, nestas colunas de O DESPERTAR, o resumo da citada ENTREVISTA TESTAMENTO. Não são apenas TESTEMUNHOS, pois isso seria narrar o muito que o Dr. Moreno presenciou ou dar provas a comprovar algo. Não! O que João Moreno nos disse foi como deixar um TESTAMENTO para os vindouros. Os contextos alteraram-se profundamente, contudo, julgo que ainda vale a pena at...