É IMPORTANTE CONHECER A LUZIDIA CIDADE DE CASTELO BRANCO

 


 

A LUZIDIA CIDADE DE CASTELO BRANCO

 

 E NOTA MÁXIMA PARA A SUA PISCINA PRAIA


Estive na luzidia cidade de Castelo Branco durante alguns dias no final do último mês para respirar o ar e o quotidiano de uma bela cidade do interior no coração da Beira Baixa. Precisamos de descobrir ou redescobrir e frequentar turisticamente o nosso Interior. Estes dias foram marcados por intenso calor e achei curioso o facto de um pouco à maneira espanhola, os albicastrenses ficarem, aparentemente, em casa, fugindo ao calor entre as 12 e as 16 horas. A cidade terá ido fazer a sua sesta e evitou o período de mais calor. O termómetro avançou acima dos 40 graus Celsius. Neste pequeno roteiro de veraneio pela Beira Baixa inseri dois dias para frequentar a PISCINA PRAIA de Castelo Branco. Uma obra integrada no complexo das piscinas municipais, oferecendo uma larga piscina bem arquitetada e envolta por um amplo e verdejante espaço de relva com árvores. Em relação à Piscina das Rocas de Castanheira de Pera, a esta piscina albicastrense só lhe faltam as ondas, mas havia uns jacuzzis muito interessantes.


MUSEU CARGALEIRO E JARDIM DO PAÇO EPISCOPAL DIGNOS DE VISITA


 Visitei ainda o Museu CARGALEIRO repartido por dois edifícios, um contemporâneo e um palacete do século XVIII, para a divulgação, estudo e conservação de peças da coleção de Arte da Fundação Manuel Cargaleiro particularmente cerâmicas; noutros espaços estão expostos trabalhos de pintura deste mestre (nasceu ali ao lado no concelho de Vila Velha de Ródão) que continua ativo, a residir em Paris, embora tenha vindo a Portugal inaugurar, há dias, a exposição EU SOU CARGALEIRO no Mosteiro de Ancede em Baião. Obviamente que não podia faltar uma visita ao JARDIM DO PAÇO EPISCOPAL criado no século XVIII e que apresenta uma profusão de estátuas de reis portugueses, de santos e de apóstolos, das estações do ano, dos signos, entre o verde relaxante das flores, árvores e arbustos, e pequenos, mas refrescantes lagos. Em relação às esculturas dos reis e porque fomos dominados durante algumas décadas pelos monarcas espanhóis (os Filipes) as suas estátuas também lá estão, mas em tamanho ínfimo comparadas com as restantes. É bom que assim seja para sabermos quanto vale a nossa independência.

SC

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