SERENATA NOS MOINHOS DA GÂNDARA A 8 de SETEMBRO - GRANDE SHOW E FORTE EMOÇÃO
SERENATA AQUÉM E ALÉM MONDEGO EM RIBAS (MOINHOS DA GÂNDARA)
ANTÓNIO ATAÍDE E OS SEUS GUITARRISTAS
DERAM SHOW E SOPRARAM FORTE EM EMOÇÃO
nos MOINHOS (de vento) DA GÂNDARA
HÁ SEMPRE ALGUÉM QUE SEMEIA
(BELAS) CANÇÕES NO VENTO QUE PASSA
Cantor de referência, aplaudido e benquisto nesta região, filiado nas linhas interpretativas de Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira e até com discreta influência goeseana, ANTÓNIO ATAÍDE com a sua voz bem timbrada e cativante pôs o público de MOINHOS DA GÂNDARA a cantar com emoção no Pavilhão das Ribas da Associação Cultural das Gândaras onde se realizou a penúltima SERENATA AQUÉM E ALÉM MONDEGO. Acompanhado por dois instrumentistas, também de referência, fazendo lembrar a dupla PINHO BROJO e ANTÓNIO PORTUGAL (BRUNO COSTA NA GUITARRA e NUNO BOTELHO NA VIOLA) o cantor ANTÓNIO ATAÍDE arrancou na noite com uma balada do Zeca entrando a seguir em Saudades de Coimbra e Canção das Lágrimas. O público aqueceu e, pouco depois, era uma espécie de CORO DOS MOINHOS DA GÂNDARA que ecoava, no funcional e amplo salão, trauteando o emblemático tema Capa Negra Rosa Negra e cantando Samaritana, Coimbra (Abril em Portugal) e a Balada de Despedida do saudoso juiz Machado Soares. E se "Coimbra tem mais encanto na hora da despedida", foi justificadamente dito que ainda antes de a noite terminar já todos estavam com saudades desta inesquecível SERENATA MONDEGUINA. Aliás, quando a voz de ATAÍDE se soltou na TROVA DO VENTO QUE PASSA perpassou pelos presentes, como mensagem, os versos a dizerem que "há sempre alguém que semeia canções no vento que passa". E o vento está ligado aos Moinhos e os Moinhos a esta acolhedora freguesia; os moinhos e os semeadores do arroz e de outras espécies agrícolas. E também é uma freguesia onde há muitos e bons semeadores de canções...com Encantos.
Emoção no canto de Ataíde
Entidades oficias em tempo de diálogo e cumprimentos
"Estamos hoje aqui nos MOINHOS DA GÂNDARA para mais uma sessão das SERENATAS DE AQUÉM E ALÉM MONDEGO. Tal como acontece dentro da cidade, na malha urbana, o objetivo destas serenatas é divulgar o Fado de Coimbra e de Lisboa, o património e as belezas existentes em cada freguesia… porque nunca será demais mostrar e falar de cada freguesia a todas as outras do concelho e, obviamente, aos turistas.
Por que razão é este o nome
desta freguesia que seria bom que todos viessem visitar?
Diz-nos no seu site a
Junta de Freguesia que o nome de Moinhos da Gândara pretende fazer recordar os
moinhos de água e vento que existiam nesta zona "desde os princípios do
século XIX, com a ajuda dos quais as pessoas fabricavam o seu próprio
pão".
Aliás, nas diferentes localidades da Freguesia de MOINHOS DA
GÂNDARA, podem ser apreciados ainda alguns moinhos de água,
dois dos quais já recuperados, bem como a sua zona envolvente.
Esta bela Freguesia
remete-nos para referências como Quinta de Foja, os Frades Crúzios que
administraram durante séculos a zona, o Mosteiro de Santa Cruz, a cultura do Arroz, a emigração e também
a capacidade dos naturais de vencerem a adversidade como é apanágio dos dinâmicos
gandareses.
Locais a visitar por aqui dentre muitos: sugerimos os diversos
fontanários, a Capela (em Ribas), a Piscina e o Parque da Tapada.
Pelo menos!
E foi explicado que: "AS SERENATAS são uma iniciativa que conta com a colaboração em cada freguesia dos executivos autárquicos locais pelo que saudamos e agradecemos à JF de MOINHOS DA GÂNDARA a boa receção e hospitalidade e assim cumprimentamos uma vez mais a Drª CÉLIA OLIVEIRA, presidente da Junta, a quem convidamos a subir a palco e deixar-nos algumas palavras".
Após a Presidente da Junta de Freguesia falou a vice-presidente da Câmara da Figueira, engenheira ANA CARVALHO que teve, dentre várias referências, uma palavra de simpatia e apreço para as mulheres da Freguesia.
(Lígia Sá Pinto, à esquerda, presidente Célia Oliveira ao centro e António Ramos, vice da DA, à direita)
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DO SOM , À LUZ, AOS CENÁRIOS, ÀS EQUIPAS DO MUNICÍPIO e da DEZ DE AGOSTO
Por se aproximarem do final estas SERENATAS (ainda falta VILA VERDE na próxima quarta) houve um agradecimento especial ao FLÁVIO QUITÉRIO e ao NELSON ANDRADE que fizeram o som e a luz; e aos trabalhos cenográficos de JOSÉ CARLOS um incansável amigo da DEZ DE AGOSTO.
( Rui Brochado, Ricardo Santos e António Rafael)É JUSTO SALIENTAR O TRABALHO REALIZADO, AO LONGO DE SEMANAS,
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