8 DE SETEMBRO FERIADO E FEIRA DO ANO EM MONTEMOR-O-VELHO. ZAMBUJO, NA VÉSPERA, FEZ UM BOM ESPETÁCULO.

 

 8 DE SETEMBRO 


EM MONTEMOR-O-VELHO

                    FERIADO MUNICIPAL e FEIRA DO ANO

MONTEMOR-O-VELHO vive o seu FERIADO MUNICIPAL neste 8 de setembro. Na véspera, várias tendas espalhadas pelo Largo da Feira vendiam os produtos habituais numa espécie de meia-festa que o deseja ser quase por inteiro. Reparem no quanto a foto é elucidativa, enquadrando o castelo. O escoamento de produtos agrícolas é uma mais valia para quem vende e para quem compra, mas também estão à venda edredons, meias, cebolas, batatas, velharias, plantas, material agrícola, brinquedos, iluminação, roupa, calçado. De tudo - praticamente. E há barracas de farturas. E outras que enfartam o estômago. Uma grande parte da população (a maioria) está vacinada e já se anuncia a hipótese, talvez madrugadora, de podermos tirar as máscaras. À tarde, também na véspera, fomos convidados para assistir, à noite, às Cavalhadas* com cavalos no Hipódromo desta histórica vila; outro convite era formulado para assistir no CENTRO DE ALTO RENDIMENTO (Pista Internacional de Remo, a melhor da Europa) ao concerto de ANTÓNIO ZAMBUJO. 

(Zambujo ao longe para ver no ecrã e público muito disciplinado)
                                                      (público disciplinado e afastado)


Montemor em tempo de festa: o bulício no centro; e à volta a pacatez sadia do quotidiano. E o verde dos campos dos arrozais para ver durante o dia.

MONTEMOR é hoje, 8 de setembro, um destino irrecusável no coração do Baixo-Mondego. 

Tivemos pena de um casal que pretendia comprar pasteis ou queijadas de Tentúgal ou de Pereira  (os doces conventuais locais) que na zona central da Feira não estavam à venda. Espero que tenham, ao menos, conseguido saborear umas PINHAS DE MONTEMOR que fazem lembrar, ao paladar, as tradicionais espigas que outrora se encomendavam, fresquinhas, ou melhor, quentinhas, num dos cafés da Praça da República.

2021/setembro/07 e 08


*Cavalhada - citação não integral da Wikipédia é uma celebração portuguesa tradicional que teve origem nos torneios medievais, onde os aristocratas exibiam em espetáculos públicos a sua destreza e valentia, e frequentemente envolvia temas do período da Reconquista. Era um "torneio que servia como exercício militar nos intervalos das guerras e onde nobres e guerreiros cultivavam a praxe da galantaria;[...]"

Nas cavalhadas as alcanzias, bolas de barro ocas cheias de flores e cinzas, eram jogadas no campo de batalha.

As cavalhadas recriam os torneios medievais e as batalhas entre cristãos e mouros, algumas vezes com enredo baseado no livro Carlos Magno e Os Doze Pares da França, uma coletânea de histórias fantásticas sobre esse rei.





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