O COMBOIO DA LOUSÃ - POEMA
O COMBOIO DA LOUSÃ
Pouca terra, pouca terra
entre Coimbra e Serpins.
Máquina zero um oito seis
fumegante serpenteia
fagulhas e fumo p´lo ar.
Pouca terra, pouca terra,
puxa várias carruagens,
vai no túnel mergulhar,
lá vai ela a apitar,
gente dentro a palrear.
Pouca terra, pouca terra,
é o comboio da Lousã,
mais de cem anos de vida
e agora está de partida.
É uma partida sentida
e que não foi consentida.
Pouca terra...triste vida.
Triste vida. Triste vida.
Triste vida. Triste vida.
Uu-uu-uu!
SC
Retirada foto, com a vénia devida, do Calendário do jornal O Trevim, da Lousã
2021,fevereiro,02
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